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MÁQUINAS TINTOMÉTRICAS: BENEFÍCIOS PARA O SETOR E PARA A SUSTENTABILIDADE

Dilson Ferreira*

Utilizadas há muitos anos no Brasil com grande sucesso, as máquinas tintométricas (também conhecidas como mixing machines) estão presentes em centenas de lojas que comercializam tintas imobiliárias e de repintura automotiva. São reconhecidas como equipamentos muito úteis pelas indústrias de tintas e pelos revendedores, assim como por decoradores, arquitetos, construtores, pintores e consumidores em geral, por ampliarem a oferta de produtos com as mais variadas tonalidades e cores, com qualidade garantida pelos fabricantes. Um benefício adicional, muito valorizado pelos usuários, é o fato de voltarem a comprar exatamente as mesmas cores e tonalidades, para retoques ou para a repintura de seu imóvel. E o mesmo vale para os veículos, quando é necessário fazer reparos que envolvam a pintura.

Além da comodidade e da confiabilidade que proporcionam, existe um outro aspecto muito positivo em relação ao uso das máquinas tintométricas, que deve ser ressaltado: a sua contribuição para a sustentabilidade.

Com a evolução do comportamento do consumidor e o estabelecimento de novas exigências legais – a partir da Política Nacional de Resíduos Sólidos –, ampliou-se o desafio de incentivar o consumo consciente, ou seja, a compra na medida certa, evitando sobras e desperdícios. As máquinas contribuem para que o comprador adote práticas mais responsáveis e sustentáveis, pois ele pode adquirir apenas o que precisa, na cor desejada. Não existe a necessidade de levar mais tintas. Se faltar, é só comprar mais um pouco depois, uma vez que se tornou fácil reproduzir as mesmas cores, com fidelidade.

Ao mesmo tempo, por permitirem a preparação de tintas das mais diversas cores dentro da revenda, esses equipamentos fazem com que toda a cadeia de distribuição trabalhe com menos estoque. Graças a eles, não é preciso ter um enorme volume de latas de tintas nas prateleiras para atender aos diferentes gostos e necessidades dos compradores. Há vantagens evidentes em termos de investimentos, de redução do volume estocado e do espaço necessário. Esse parece ser um benefício apenas do ponto de vista comercial e administrativo, mas o fato é que toda a operação se torna mais sustentável. Do lado da produção, evita-se o uso desnecessário de matérias-primas, energia e outros recursos para a produção de tintas que ficarão em estoque. No que se refere à distribuição, os principais ganhos estão na redução da necessidade de transportar as tintas – usando menos combustível e gerando menos emissões de CO2 – e nos gastos de energia e outros recursos dedicados ao seu armazenamento.

Para finalizar, destaco que, para que todos esses benefícios realmente se tornem realidade, é fundamental a utilização correta das máquinas tintométricas, seguindo as instruções dos fabricantes e alimentando-as com as bases e os pigmentos colorantes recomendados. Os revendedores que fazem isso contribuem para que tenhamos um mercado mais ético, maduro e sustentável. Já aqueles que usam, nas máquinas, matérias-primas que não são as do fabricante que consta na embalagem, estão cometendo um crime e se colocando em uma situação, que cedo ou tarde, será insustentável.

*Publicado originalmente na revista Pintou na Artesp em junho de 2014